Posted on: 10 de janeiro de 2014 Posted by: Fernanda Correia Comments: 0

David Tennat. BBC. Mistério. Assassinato. Tinha como dar errado? Obviamente, não.

Eu tenho uma tendência a assistir séries/filmes só porque um ator que eu gosto faz parte (mesmo que seja uma bomba). Quando eu vi que ia rolar uma minissérie da BBC com David Tennant (meu Doctor!!) sabia que tinha que assistir, e que as chances de ser ruim eram muito pequenas. Obviamente eu estava certa.

Sdds Tennant <3

“The Escape Artist” é uma trama de tribunal, que começa meio parada como a maioria dos dramas de advogado. O cara é o maior advogado do Reino Unido, todo mundo o procura porque ele consegue inocentar qualquer pessoa, nunca perdeu um caso, a família reclama da ausência dele, o cara é super focado no trabalho.

Até que ele recebe o caso mais difícil da sua carreira. Um jovem é encontrada morta no que parece ser um ritual de magia negra e o acusado tem absolutamente todas as provas contra ele (sem contar o fato de que ele é um esquisitão que vive numa casa cheia de pássaros — ALERTA DE PSICOPATA!!).

the escape artist 2
Olha a cara dessa maluco!

Já no primeiro encontro com Will, o advogado, o acusado manda o que vai transformar esse draminha num thriller com plot twist a cada instante (e olha que são só 3 episódios!). “Quanto mais tempo passamos juntos, mais você lembra a mim mesmo”. Porque Will é frio e consegue se desligar dos detalhes enquanto tenta resolver o caso.

O sujeito nega até para ele que tenha sido o culpado e eles seguem fazendo de tudo para provar a inocência dele. O que ele consegue, derrubando as provas da advogada de acusação (que obviamente é a número 2 e louca para tomar o posto de Will como melhor advogada da pracinha) e mostrando que os acessos a sites pornográficos que reproduzem a forma como a garota foi morta não são confiáveis pois o cartão de crédito poderia ter sido clonado.

the escape artist 3

Acusado livre, Will não o cumprimenta ao final do processo por já estar muito desconfiado de que se o sujeito não matou a moça poderia muito bem ter matado, ou ainda fazer isso em algum momento. E aqui a história se vira contra ele. O sujeito passa a processá-lo por conduta discriminatória e a advogada de acusação do caso anterior vê a chance ouro de finalmente vencer o número 1.

Sem entregar muito do que muda na trama a partir de agora (tudo isso foi, mais ou menos, a primeira metade do primeiro episódio), Will vai tentar mostrar que ele é realmente o melhor advogado, agindo pelos bastidores, revendo o que fez no primeiro caso e tentando lidar com os dramas pessoais que toda essa história causou a ele.

Foi impossível não ver os três episódios na sequência, ter mini enfartos a cada plot twist, ter certeza que o cara era culpado, depois ter certeza que não, daí ter certeza que sim, não ter certeza de mais nada e ficar chocada com o final sensacional.

Well done again, BBC!

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