Séries

Published on julho 3rd, 2014 | by Raira

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SuperStar 1×13

Era a semifinal e ninguém avisou.

Já passamos das quartas de final na semana passada, mas parece que esqueceram de dizer o que era. Ou que a votação seria diferente. Ou que Fábio Jr. e Dinho iam fazer o último número.

Sabíamos que as duas últimas do ranking seriam eliminadas, mas só as chamadas no meio da semana informaram o público que essa seria a penúltima semana, e que haveriam quatro finalistas. Aliás, a primeira vez que anunciaram qual o prêmio foi nesse último programa.

Logo no começo fomos informados que apenas o público iria votar nos candidatos, ou seja, os jurados não teriam mais poder de decisão, e com isso, todas as bandas perderam 21% dos votos. O mais espantoso é que ou Fábio Jr. sabe interpretar muito bem, ou realmente ele não sabia dessa informação, porque a cara de surpresa dele foi ótima. Além disso, foi dito que no final cada um dos três teria 5% que poderia ser direcionado pra qualquer banda, fato que não mudou absolutamente nada, como veremos.

No meio da semana alguns artistas foram visitar as bandas nos ensaios, mas ou faltou criatividade ou o orçamento tá curto, porque Titãs e Daniela Mercury se revezaram entre todos. Como sempre, rolou aquela “emoção” de estarem encontrando com grandes ídolos e tudo o mais. Essa introdução da banda antes de tocar é sempre chatinha; pior que isso só mesmo André Marques andando entre os famosos e perguntando qual a banda preferida de cada um, pra quem eles torcem e blablabla.

Às apresentações. Suricato, a meu ver, foi a melhor da semana (apesar de eu amar muito a Jamz); tocou um blues incrível e com certeza é um dos meus favoritos. Jamz foi de autoral e foi bonitinho; daquele jeitinho deles. Malta, nem preciso dizer que foi mais do mesmo sempre (e conseguiu o topo do ranking com isso). Entre o forró da Bicho de Pé e do Luan, ele ganhou fácil. E, apesar de bons, os forrozeiros paulistas se deram mal e foram pra casa.

Mas, o surpreendente da noite foi mesmo a Move Over. Depois de semanas recebendo as maiores votações e disputando a preferência nacional (rs) com a Malta, o improvável aconteceu. Eles receberam a menos votação da noite, e como não podia ser diferente, deram tchauzinho à chance de ir pra final, ou mesmo de ganhar a competição.show700

No final, os cinco por cento dos jurados não fez diferença alguma porque cada um tinha que escolher uma banda pra agraciar com a porcentagem. E como não podia repetir, não fez sentido, porque quem estava nos dois últimos lugares já estava fadado a sair. Foram apenas os dez minutos mais inúteis do programa até agora, com os jurados “nervosos”, sem saber pra quem oferecer sua porcentagem.

Pra finalizar com muito estilo, como só o SuperStar pode fazer pra gente, tivemos Dinho e Fábio Jr. numa belíssima interpretação de “20 e poucos anos”, esse clássico do nosso cancioneiro popular (contém ironia).

Como prometido, assisti Rising Star. E não precisei de dez minutos pra reconhecer a superioridade do programa gringo. Começando pelo apresentador. Sim, temos apenas um apresentador, Josh Groban, que é super carismático e sabe conduzir muito bem. Os jurados fazem comentários úteis pros candidatos, além de as audições serem não apenas de bandas, mas de artistas solo também. O formato é o mesmo, mas as diferenças de produção, apresentação, e até dos jurados, são bem visíveis. A Globo podia ter umas aulinhas com a abc.rising700

Vamos ver o que nos espera na final. Apesar de achar que a Malta leva fácil, minha torcida será por Jamzou Suricato.

Até!

 

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Apaixonada por séries e livros, tem como objetivo de vida ser tão incrível quanto a Liz Lemon e ser amiga das Kardashian. Só sonha baixo e com coisas realmente possíveis



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