Séries

Published on Maio 5th, 2014 | by Raira

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Superstar 01×05

Fase nova começando. E se ficaram muitas perguntas sem resposta nos primeiros, esse episódio só trouxe mais dúvidas.

Mesa620A primeira sendo: Por que tão ruim? Hahaha… Brincadeiras à parte, esse programa que iniciou a fase de duelos foi, apesar de organizado, um pouco confuso.

Em primeiro lugar, logo no início pudemos assistir uma conversa de uns três minutos entre os jurados que iria decidir quais bandas se enfrentariam. Explicando, essa fase traz duas bandas pro palco, duelando entre si, e a que obtiver a maior votação é classificada para a próxima fase. Acontece que o critério deles, pelo menos no que foi ao ar, é nenhum; eles escolhem aleatoriamente, não levando em conta o estilo musical, a formação, nada disso.

O que se observou, então, foram bandas que não tem nada a ver entre si, disputando votos. Completamente aleatório. O que faz sentido, e o que podemos acompanhar em outros realities, como o The Voice (não muito o brasileiro), é que as bandas/cantores que duelam são de estilos parecidos, ou têm, pelo menos alguma coisa em comum; imaginem só se todas as bandas de reggae passarem pra próxima fase, só vamos ter reggae (e isso pode se aplicar a outros estilos também), ou seja, sem diversidade de estilos, além de prejudicar na audiência, porque quem gosta de sertanejo não vai querer assistir um programa que tenha só bandas de reggae.

Outra coisa que não ficou clara é o papel dos padrinhos. Não houve (e se houve não vimos) um encontro das bandas com o padrinho, não houve orientação nenhuma, e a única coisa que eles fizeram foi escolher quem ia tocar. Se alguém achou que poderia contar com a experiência e orientação deles, ficou bem desapontado.

O programa em si foi mais ou menos o que já estamos acostumados. As bandas se apresentaram em pares, e o público votava através do aplicativo. No final, comparadas as porcentagens, quem tivesse mais votos era o vencedor do duelo. Essa dinâmica foi prejudicial pras bandas que se apresentaram primeiro, porque todas foram eliminadas, e as três bandas que passaram foram as que se apresentaram em segundo lugar. Uma outra coisa que eu pessoalmente achei meio desagradável é que a Fernanda Lima dizia pra banda vencedora falar algo pra perdedora, desnecessário apenas.

Os duelos foram:

  • Tô de Cara x Malta: dois estilos completamente diferentes. A primeira era pagode, que cantou uma música original, mas com uma pegada muito similar à que eles já tinham feito da primeira vez com uma música do Thiaguinho; a segunda era original também, música romântica. Malta levou com 88% dos votos;
  • Trio Violada x Tarcísio Meira’s Band: a primeira foi aquela que levou não dos três jurados, mas mesmo assim foi classificada pelo público. Achei a apresentação boa, foi bem empolgante e levantou a plateia; uma coisa que achei bem legal foi a Ivete se desculpando publicamente por ter feito um gesto de aversão à banda, dizendo que já tinha conversado com eles, mas que queria fazer ao vivo; muito nobre. A outra, eu não sei nem o que dizer. São os engraçadões que querem ser os novos Mamonas. Não são. De qualquer forma, foram eles que passaram, com 69%;
  • The Soul Session x Suricato: Soul versus hipsters. Nem preciso dizer que os hipsters levaram a melhor e ganharam 87% dos votos.

No final tivemos apresentação dos três jurados cantando juntos. Não foi ruim, mas também não foi bom. Foi o de sempre, e que cada vez mais fica claro: se não tivesse a Ivete, seria difícil aguentar esse programa.

Jurados620

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Apaixonada por séries e livros, tem como objetivo de vida ser tão incrível quanto a Liz Lemon e ser amiga das Kardashian. Só sonha baixo e com coisas realmente possíveis



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