Posted on: 5 de junho de 2014 Posted by: Will Comments: 1

Relembre os momentos mais marcantes da 1ª temporada


No começo do ano passado eu fiquei órfão de uma das séries mais legais que já foram exibidas.

“Spartacus” deixou a vida pra fazer história. E eu fiquei num vácuo tentando preencher o vazio deixado. Já falei um pouco sobre isso aqui nesse texto de “Da Vinci’s Demons”.

Pois bem. Tudo ia mal, sem um seriado pra chamar de meu até que de repente “Orange is The New Black” virou uma coqueluche. Foi o must see do ano passado.

Eu achava q Netflix não era um bom investimento (sabe de nada, inocente) e por isso baixei tudo em torrent. E de repente uma luz se abriu na minha vida.

Como não se identificar com a Piper?

Eu tinha um drama com boas doses de comédia pra acompanhar. Não havia lutas, batalhas sangrentas, homens musculosos seminus, mas havia discursos inspiradores sobre fazer o melhor com o que é possível.

E “Orange is The New Black” teve o mérito de me fazer parar pra pensar na vida. Imagina ser preso e se ver privado de toda sua liberdade por 15 meses.

Eu como territorialista que sou super me identifiquei com os dramas da Piper. Aquela moça loira, bonita, de classe média, chegando a um universo ao qual não pertence muito.

E todo uns conceitos sobre justiça, leis e estado meio que caem por terra, assim de repente. Uma das cenas mais emblemáticas da série é quando Piper vai se entregar e uma policial a aborda com uma cara do tipo “really?”.

Na prisão as situações são as mais inusitadas e Piper tem que lidar com diversos antagonistas. No começo é fácil se apegar a alguns personagens e tomar partido até que a gente descobre como algumas pessoas são muito filhas da puta.

Romance proibido

Na série, assim como no “Big Brother”, as máscaras caem e o turning point de várias pessoas é de cair o cu da bunda. Não dá pra assistir sem xingar muito o guarda Sam, por exemplo. Ou a diretora vaca lá.

Já outras personagens que parecem simplesmente monstruosas são cativantes. Um beijo Crazy Eyes <3.

As tramas também são algo. Te deixam ligadinho. A primeira e mais marcante é a da chave de fenda. E a história tem desdobramentos até o final da temporada. Aliás o que é o final da temporada?

Como será que começa a segunda temporada?

Falar em história, a série conta com diversos flashbacks. Poderia ser um ponto negativo, mas ficou apenas um tom acima do necessário. Pro segundo ano talvez eles diminuam. Já que conhecemos a maioria dos personagens e seus passados. Algumas podem ser mais aprofundadas, como a da Red, por exemplo.

Entre os melhores epis estão o “A Galinha” e o “Bora Bora Bora”. Neste primeiro, o quinto da temporada, Piper ainda está assimilando sua chegada. Então, algo que seria corriqueiro por aqui, como ver uma galinha, causa todo um tumulto naquele pequeno aquário.

É também aí que começam os problemas de comunicação entre Piper e Larry. Mesmo a gente sabendo que na vida real eles ficam juntos dá muita vontade de saber como isso vai acontecer na série.

Já em “Bora Bora Bora”, as detentas têm que assustar umas jovens deliquentes pra que elas se endireitem na vida. Mais para o final da temporada, Piper já está mais escolada, acabou de passar um período na solitária. Ela aprende que vingança é um prato que se come frio e seu papel nesse episódio é apenas fantástico.

Isso sem falar na grande trama contra o pornstache que se desenrola com a morte de drogadinha. Motivos de sobra pra acompanhar a segunda temporada a gente tem. Só falta fazer a festa do laranja

Melhor treta da série
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