Séries

Published on Janeiro 9th, 2014 | by Fernanda Correia

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O prazer culpado de "The Vampire Diaries"

Resisti bravamente à toda a primeira temporada de “The Vampire Diaries”. Eu já tinha lido os livros da L.J. Smith e achei um saco. Mesmo.

Eu já tinha lido os livros da L.J. Smith e achei um saco. Mesmo.

Quando eu vi o piloto da série e que ele seguia quase literalmente o que acontece no primeiro livro quis deixar pra lá.

Mas né? A gente não desapega mesmo de série ruim e tamos aí, na quarta temporada e com “TVD” ocupando quase roubando o post de “Glee” como minha guilty pleasure favorita.

E o meu sonho, e de muitos outros fãs, foi realizado na temporada passada. Elena e Damon juntinhos, sem o mala sem alça do Stefan pra atrapalhar o romance.

Mas como tudo acontece nessa cidadezinha (sério, como alguém ainda mora nesse lugar), Stefan calhou de ser o sósia do Silas, primeiro imortal, que deu uma de “O Príncipe e o Mendigo” pra cima do vampiro bom moço.

Obviamente o sujeito está atrás da Katherine, o que a garota tem eu nunca vou entender. Mas se por um lado Elena ficou MUITO, mas MUITO (vou colocar mais um MUITO só pra enfatizar mais um pouco), melhor como vampira, Katherine se tornou uma personagem mais interessante humana. Mesmo frágil (oi? A vampiriguete frágil não sei onde) ela ainda conseguiu se livrar de meio mundo.

Como Elena não consegue se não se meter em confusão, ela volta pra Mystic Falls depois de descobrir que o Stefan que ela viu não era o Stefan de verdade, e que na real ele é quem está preso no rio. Tudo só pra encontrar o cofre e descobrir que o ex não está mais lá. Tô apostando na volta do Ripper em breve.

Claro que a faculdade também tem seus mistérios, com a colega de quarto indesejada sendo assassinada por um vampiro aleatório e tendo uma foto no celular com o pai de Elena. Caroline ficou para trás para resolver isso, mas eu quero mais é que ela vá para Nova Orleans!

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About the Author

Tem mais séries e livros para ver e ler do que tempo hábil. Sonha em encontrar o Doctor só para usar a Tardis e zerar a sua pilha. Encontrou o sentindo da vida quando assinou o Netflix.



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