Posted on: 9 de outubro de 2013 Posted by: Fernanda Correia Comments: 0

Eu não gosto de pilotos. Definitivamente

Eles “precisam” (queria saber quem foi o esperto que decidiu isso) te apresentar em um único episódio toda a trama e todos os personagens com relativa importância. E vamos combinar, essas duas coisas não se aplicam a uma comédia.

Por isso que vi o piloto de “Mom” meio com preguiça, mas dando um crédito já que o criador era Chuck Lorre (que mantém “The Big Bang Theory” melhor a cada temporada e teve um derrame em “Two and a Half Men”) e a protagonista Anna Faris. Ainda assim, eu dormi. É, no meio de uma comédia, eu cochilei e deixei pra ver o resto no dia seguinte (sério, como isso pode acontecer numa história de 22 minutos!!).

mom635
Reprodução/Facebook

A única coisa que me fez voltar para o segundo episódio foi o fato do pai do filho mais novo ser o Badger (o ator, não o personagem, mas eu não desapeguei). E como ainda estava sofrendo o luto do fim de “Breaking Bad”, isso foi mais do que suficiente.

A história acompanha uma mãe solteira, seus dois filhos de pais diferentes, tendo que lidar com uma filha adolescente, o chefe/namorado casado e suas reuniões no AA. Tudo isso pra fugir do fantasma de se tornar a própria mãe, que aparece numa das reuniões do AA para lembra-la de que ela não está tendo muito sucesso.

mom635
Monty Brinton/CBS

O segundo episódio provou que eu fiz bem em continuar assistindo e todas as situações bizarras e o humor ácido (que caiu tão em Charlie Sheen) estavam lá. O humor autodepreciativo da mãe da protagonista faz você cair de simpatia automaticamente – ela ensinado 21 para o neto mais novo, e roubando, foi sensacional.

Espero que a série mantenha o ritmo e siga por mais temporadas. De preferência no lugar de “Two and a Half Men” que vem agonizando na frente de todos.

Últimos posts por Fernanda Correia (exibir todos)

Leave a Comment

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.