Posted on: 9 de outubro de 2013 Posted by: Fernanda Correia Comments: 0

“Glee” se despede de Cory Monteith e faz um de seus episódios mais emocionantes.

Eu adiei, adiei e adiei escrever esse texto. Porque eu sabia que ia doer como doeu assistir ao terceiro episódio da quinta temporada de “Glee”, “The Quarterback”. Nos outros textos eu foquei nos primeiros episódios já exibidos, mas nesse caso não dá.

Primeiro de tudo: eu não era a maior fã do Cory. Eu nem mesmo shippava Finchel. Achava que ele era um casal muito melhor com a Quinn e que a Rachel merecia alguém menos banana.

Mas ele morreu. De verdade. Jovem. E de uma maneira estúpida. Ele estava tentando se desintoxicar para pedir a Leah em casamento. No meio desse drama que parece ter saído da mente doentia do Ryan Murphy, fica impossível não derramar uma lágrima sequer.

Ryan declarou que teve cenas filmadas que não faziam parte do roteiro, era apenas o elenco extravasando a própria dor. Não duvido. A cena em que a mãe de Finn, o padrasto e Kurt desmontam o quarto dele é, no mínimo, de partir o coração.

A apresentação de Lea, que só aparece mais para o final do episódio, é de deixar qualquer um quebrado, doído. Impossível não lembrar da declaração da atriz de que ela havia perdido duas pessoas: Cory e Finn.

 

Depois desse tapa na cara, a série entra em hiatus e só volta dia 7 de novembro. E nunca um hiatus foi tão bem recebido. O quarto episódio “A Katy or a Gaga” deixa bem claro o que vem por aí e já tem a chegada de Adam Lambert. Ou seja, tudo muito alegre, tudo muito “Glee”. O que não dá pra digerir depois da despedida de Cory, mesmo sabendo que a vida continua.

 

“O show tem que continuar… Por toda a parte… ou qualquer coisa do tipo”.

 

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