Drama

Published on fevereiro 2nd, 2014 | by Fernanda Correia

0

American Horror Story Coven 3×12: The Seven Wonders

Chegamos ao final da temporada e fica a pergunta: foi bom?

Acabou! Finalmente sabemos quem é a nova Suprema! (Segura o suspense que eu volto nesse assunto depois). Mas antes, lembram que eu elogiei a abertura do episódio na semana passada? Pois é, nem tanto dessa vez.

Steve Nicks, praticamente num clipe musical, cantando “The Seven Wonders” enquanto as garotas treinavam para o teste para a supremacia. Ok, chamaram Steve Nicks, fizeram um barulho que ela ia aparecer e ela tinha que ser utilizada. Mas precisava dessa introdução whatever?

Depois da abertura partimos para os testes sem muito lenga lenga (e logo depois de uma espécie de santa ceia pagã). E aí fica minha segunda crítica a esse final. Enrolaram tanto para revelar a nova Suprema que precisou dar uma corrida. Eu me perdi nos testes que já tinham sido feitos e nos quais faltavam.

“Childhood is over my girls. Put aside fears, reservations, and petty things. Kick ass tomorrow.”

Telecinese e controle da mente foi um passeio no parque para as quatro garotas. Depois descida ao inferno, que já sabíamos que Queenie conseguia. Todo mundo volta, menos Misty Day que fica presa no colegial sendo obrigada a dissecar um sapo. E eu fiquei realmente triste, porque gostava dela, mas não acreditava que ela fosse a suprema.

Transmutação, tudo vai bem, as garotas fazem um jogo de pega pega. Zoe não consegue controlar onde vai reaparecer e acaba se empalando nas grades do portão. Zoe fora da aposta.

Queenie tenta ressuscitá-la e não consegue, o que obviamente a deixa de fora. Madison, sendo a witch bitch que ela é, se recusa a tentar trazer Zoe de volta. Mata uma mosca e a ressuscita, passando no teste.

Lana Banana e Myrtle se lamentam porque acreditam que Fiona estava certa e Madison é a nova Suprema. Pausa. Eu detestava a Madison, achava a personagem ótima, mas o plot dela e do triângulo amoroso zumbi foi um total desperdício de história e bons atores. Mas ainda assim fazia sentido em Madison ser a Suprema, porque provaria que Fiona estava sempre muitos passos na frente.

Volta para Myrtle e Delia se lamentando, quando a primeira começa a questionar se Delia não deveria tentar o teste. Afinal ela conseguiu retomar o poder da Visão e sempre foi reprimida pela mãe, o que poderia ter influenciado nos poderes.

Então ela vai lá e alcança Madison, pulando o ressuscitar, e chega à adivinhação. Cordelia passa com louvor enquanto Madison tenta roubar um pouco, mas acaba desistindo do teste e dizendo que vai embora.

1658372_656772497692070_1127906146_o

“Either crown me, or kiss my ass.”

Ela acaba sendo assassinada por Kyle, que amava realmente Zoe e fica putíssimo porque ela não quis trazer a namorada dele de volta. Sorte de Spalder que, mesmo fantasma consegue ter a boneca dele de volta e Kyle a deixa com ele.

Enquanto isso Cordelia ressuscita Zoe, ao mesmo tempo que desmaia. Quando acorda está enxergando e é a Suprema (e aqui vamos ressaltar que você pode ter gostado ou não dessa solução/redenção, mas Ryan Murphy merece o crédito de ter nos surpreendido. Eu pelo menos nunca vi isso vindo). Escolhe Queenie e Zoe como seu conselho e se prepara para receber novas bruxas.

Num deja vu da temporada passada, ela dá uma entrevista nacional revelando a existência das bruxas e convocando as garotas a se juntarem ao Coven. É uma nova era para as bruxas, como se essas garotas tivessem surgido para renovar o Coven.

E então, Fiona está viva. Claro que ela não ia sumir facilmente e você não deixa Jessica Lange sem uma grande cena final. Aliás, maravilhosa. Ela dá um show e engole todo o elenco nos últimos cinco minutos de cena que tem. Que morre mesmo, de câncer, nos braços da filha e o inferno pessoal dela é o paraíso do Axeman: os dois juntos numa fazenda.

Pra resumir (e muito) a temporada: foi boa, mas poderia ter sido melhor. Muitas histórias paralelas que seriam incríveis se tivessem tido mais tempo de se desenvolveram, por conta disso também esse final apressado com muitas pontas soltas para serem reunidas. E também as mulheres poderiam ter sido melhor exploradas. Delia diz na entrevista: “Nós somos mulheres fortes”. Mas o que vimos foram garotas inseguras e cheias de incerteza.

 

 


About the Author

Tem mais séries e livros para ver e ler do que tempo hábil. Sonha em encontrar o Doctor só para usar a Tardis e zerar a sua pilha. Encontrou o sentindo da vida quando assinou o Netflix.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Back to Top ↑
  • Recent Posts

  • O que estão falando

  • Categorias

  • Arquivos