Posted on: 9 de janeiro de 2014 Posted by: Fernanda Correia Comments: 0

“Downton Abbey” é uma das melhores séries que eu acompanho hoje em dia.

A simplicidade de conseguir fazer tramas envolventes com o relacionamento entre uma classe aristocrática em decadência e uma classe de empregados que cada vez mais começa a pensar por si própria é linda. Sem contar o fato de você conseguir reconhecer os fios de história mundial que entrelaçam as tramas e influenciam diretamente na rotina da casa.

A série tá estreando essa semana lá nos EUA, mas no Reino Unido já rolou até o especial de Natal (Deus abençoe os ingleses pelos especiais de Natal! <3). E o que a gente aprendeu nessa temporada? Bom, primeiro que eles deram um descanso para os nossos coraçõezinhos. Na temporada passada a gente ainda tava sofrendo pela morte da Sybil, quando em pleno especial de Natal Matthew morre logo após a Mary ter o filho deles. Sem mortes dessa vez, muito obrigada.

O mais bacana dessa temporada (e vamos focar mais no especial de Natal) foram as presenças mais constantes da vida aristocrática em Londres, e consequentemente da realeza, e as diferenças entre britânicos e americanos.

A família de Cora e seus empregados causaram momentos ótimos mostrando como os costumes são muito diferentes e como as duas Nações tem olhares muito diferentes entre eles. Com os empregados isso fica ainda mais nítido, já que os ingleses consideram eles extensões dos patrões, mas não os tratam com a mesma liberdade que os americanos tratam.

E alguma questões que vão nortear a próxima temporada ficaram mais claras. A disputa pela mão de Mary, que aparentemente vai ser mais uma vez a salvação da manutenção de Downton; lady Edith assumindo os negócios de Michael (que desapareceu realmente após uma briga em Munique — e aqui eu aposto que a “gangue” sejam os primeiros oficiais nazistas dando as caras) e se tornando editora da revista; essa maior liberdade e modernidade dá ela mais coragem e ela vai trazer a filha para perto — talvez assumindo a criança algum dia?; Tom cada vez mais dividido entre sua lealdade à família da filha e a vontade de voltar à política, e ao interesse amoroso com a professora da cidade; acusações contra Bates aparentemente serão impossíveis e finalmente (ou pelo menos por um tempo) ele e Anna terão sossego; Carlson e Mrs. Hughes demonstrando a afeição que tem um pelo outro; e o que diabos Thomas tem contra a empregada?

Além dessas muitas pontas, o relacionamento da Condessa com a lady Crawley continua sendo uma máquina de diálogos brilhantes, e todas essas mudanças prometem fazer com que a rabugice de Violet fique ainda mais forte na próxima temporada, o que significa mais frases sensacionais.

 

Mas mesmo ela tem seus momentos de doçura, e ela sendo tirada por Branson pra dançar enquanto ela avisa a ele que ele já é parte daquele ambiente foi a cena pra coroar esse episódio de Natal bem frequentado pela realeza.

Cheers!

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